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Você sabia que o Testamento Vital está amparado, principalmente, por dois princípios da bioética?

De acordo com as autoras e médicas Renata Olival e Cristiane Branquinho, esses princípios são o da beneficência e a não maleficência, que têm por base a ideia de primeiro não prejudicar.

Nesse sentido, “o médico, no seu dever de cuidado e por conhecer a evolução natural de determinadas doenças e informar seu paciente acerca das fases da enfermidade”, (…) considerando “os procedimentos que devem ser adotados, ou não, no curso da doença, evitar sofrimentos e favorecer que o fim da vida siga o seu curso natural”.

Entende-se que para elas, atualmente, há avanços na medicina tanto na identificação do diagnóstico – que deve ser informado e dialogado com o paciente-, como numa percepção de que a morte digna é um direito de todos.